Executivos e especialistas de Recursos Humanos e Negócios foram convidados pela Levee para discutir gestão, liderança, candidatos e tecnologias no evento REIMAGINE seu amanhã, que aconteceu no dia 15. Eles mostraram como a transformação digital chegou às empresas e como é importante aliar o trabalho humano à tecnologia. 

Jacob Rosenbloom, CEO e fundador da Levee, participou da abertura do evento e explicou que o objetivo foi reunir um time de executivos das maiores empresas do Brasil para discutir como foi o processo e os resultados conquistados com a adoção da Inteligência Artificial para melhorar performance e a produtividade.

Rosenbloom falou sobre a tecnologia desenvolvida pela empresa e afirmou que o Machine Learning da Levee é um “complemento para um processo natural do cérebro”.

“O ser humano procura tomar decisões o mais rápido possível. Tudo o que o cérebro puder fazer para que a tomada de decisão seja mais curta ou mais rápida, ele vai fazer para cortar o caminho. Mas nesse caminho, pode perder muitos detalhes importantes”, comentou.

De acordo com o executivo, o Machine Learning não tem pressa, mas procura entender todos os dados relevantes. “A Levee utiliza a tecnologia para entender quem é a pessoa perfeita em cada situação que a empresa está passando”, disse.

Dividido em três blocos, o evento foi mediado por Aluizio Falcão, fundador e publisher de Money Report, e debateu os temas: Jornada do Candidato: O desafio das empresas que querem encantar; Inteligência Artificial como agente de transformação nas empresas; e, Liderança do amanhã: a mudança de mentalidade dos gestores. Confira:

Painel Jornada do Candidato: O desafio das empresas que querem encantar


O debate teve
a participação de Márcia Costa (advisor e investidora da Levee), Patricia Giacomo (diretora de Recursos Humanos da RD Raia Drogasil) e Mauro Marins (diretor Executivo de Gente e Gestão das Lojas Riachuelo). Os executivos falaram sobre a jornada do candidato em um ambiente digital e a importância do engajamento de cada colaborador e sua influência no nível de serviço e resultado da empresa.

Patricia Giacomo explicou que a Drogasil tem o propósito de cuidar de perto das pessoas em todos os momentos da sua vida. “É esse propósito que move os nossos processos e as nossas iniciativas em gestão de pessoas”, explicou.

A empresa conta com uma trilha de desenvolvimento que visa a formação profissional de seus colaboradores – o que é um diferencial no momento da seleção de talentos. Nesse contexto, de acordo com a executiva, a empresa trabalha em três diferentes pilares que visam selecionar pessoas conectadas com os propósitos e queiram trilhar carreira na empresa, engajá-las e treiná-las. “Só conseguimos encantar clientes se encantarmos funcionários”, afirmou.

Márcia Costa corroborou com a afirmação de que o encantamento do colaborador é importante. “Um processo de atração é um processo significativo de decisão, tanto para a empresa quanto para a pessoa. No Vale do Silício, empresas renomadas do mercado digital dedicam tempo para isso, já que entendem que quando se escolhe a pessoa certa para o lugar certo, os dois lados ficam felizes”, contou.

Já Mauro Martins chamou atenção para o que considera o grande desafio vivido pela área de gestão: entender como a transformação digital impacta internamente as empresas, principalmente, na jornada do candidato. “É mais um passo, em uma visão social, a preocupação com o candidato. Ainda que hoje ele não possa se tornar um colaborador, ele é um cidadão, é um consumidor, cliente das marcas. Será que ele não quer tentar, no futuro, fazer parte do quadro?”, questionou.

Mauro destacou que a Riachuelo trabalha para atender necessidades legítimas dos milhões de clientes e que isso só é possível a partir do colaborador. Na avaliação do executivo, não é possível ter um bom atendimento ao cliente e um bom NPS, se não tiver um bom tratamento para o colaborador interno. “A jornada do colaborador é importante. Ela tem correlação com a jornada do cliente, já que ninguém vai conseguir tratar melhor o cliente do que é tratado dentro da sua empresa.”, avaliou. 

 

 

Painel Inteligência Artificial como agente de transformação nas empresas

O segundo painel contou com a participação de Antonio Salvador (diretor Executivo da Mercer), Guilherme Rhinow (diretor de RH da Johnson & Johnson Medical Devices para a América Latina), além de Jacob Rosenbloom, CEO da Levee, que debateram como a Inteligência Artificial ajuda no engajamento nas empresas, além de mostrar em quais áreas a IA já teve ou pode ter maior impacto dentro dos negócios.

Sobre o uso de Inteligência Artificial em Recursos Humanos, Antonio Salvador destacou que é importante refletir sobre qual é a dor que ela está solucionando. “Se você não tem isso muito claro, a chance de perder tempo e dinheiro é muito grande. Qual é o resultado que se deseja no final do processo?”, disse.

Já Guilherme Rhinow destacou que as corporações vivem uma velocidade de mudança sem precedentes e que, diante disso, fica clara a relação entre talentos e vantagem competitiva nas organizações. “A guerra pelos talentos está cada vez mais acirrada já que não é mais, simplesmente, trazer os melhores talentos, mas criar condições para que esses talentos possam florescer e gerar o resultado que se quer”, diz.

Sobre a adoção de tecnologia, ele afirmou que é preciso pensar na digitalização como uma ferramenta de mudança na organização que impacta o modelo de negócios, produtos, serviços. “Criar uma cultura digital é criar um mindset digital na organização para fazer com que essas práticas floresçam”, afirmou.

 

Painel Liderança do amanhã: a mudança de mentalidade dos gestores

O último painel teve a presença de Silvia Villas Boas (VP da Pernambucanas), Sérgio Souza (CEO da G4S) e Derek Fears (Cofundador e Head de vendas da Levee), discutindo a diferença entre digitalização e transformação digital, entre evolução e disrupção, e sobre a coragem de mudar. Os executivos debateram o papel da liderança em criar uma cultura de inovação através da tecnologia e como implementar uma cultura baseada em dados. 

Silvia Vilas Boas destacou que falar sobre a liderança do amanhã no cenário de pandemia que se instalou em decorrência da COVID-19 é bastante pertinente. Para ela, uma das grandes características do líder do amanhã é ter a humildade de saber lidar com situações desconhecidas. “Isso não é só agora. É uma realidade que vamos viver no mundo de transformação, cada vez mais”, afirmou.

Já Sérgio Souza afirmou que o desafio para as empresas é ter a agilidade de não renunciar seus valores, mas de ir adaptando a cultura da empresa às gerações que estão entrando. Para o executivo, uma das características do novo líder é ser multicanal e a capacidade de ouvir as pessoas. “Um dos grandes pontos é que nós ainda não enxergamos o que vai acontecer daqui a 10 anos em questão de liderança. Vamos precisar de cada vez mais informação para achar o líder certo”, finalizou. 

Novos produtos e nova marca

Durante o REIMAGINE seu amanhã, a Levee lançou seus novos produtos: o Levee IA Temporários, que reduz em 70% o tempo de contratação e melhora 100% a assertividade de colaboradores em modelo temporário ao utilizar Inteligência artificial e o Levee Data Science as a Service, uma solução que melhora métricas específicas como performance de vendas, absenteísmo. Além disso foi exibida em primeira mão a nova marca da empresa, trazendo conceitos de inovação, transformação e inclusão.  

Confira o que rolou em cada painel:

>> Jornada do Candidato: O desafio das empresas que querem encantar:
Assista aqui: https://www.moneyreport.com.br/negocios/ao-vivo-o-desafio-das-empresas-que-querem-encantar/

>> Inteligência Artificial como agente de transformação nas empresas
Assista aqui: https://www.moneyreport.com.br/negocios/ao-vivo-as-10h-como-a-inteligencia-artificial-transforma-as-empresas/

>> Liderança do amanhã: a mudança de mentalidade dos gestores.
Assista aqui: https://www.moneyreport.com.br/negocios/ao-vivo-as-11h-o-que-mudou-na-cabeca-dos-gestores/

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