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São dois anos do início da pandemia e muitos ensinamentos. Em um tempo marcado por incertezas e muitas perdas, manter relações mais humanas e empáticas se tornou fundamental.

A mudança não vale apenas para as relações pessoais: as relações profissionais também passaram por um processo de transformação, elevando o debate sobre o papel do líder em momentos de crise e na sua relação com os seus liderados. Em uma época em que é mais evidente a fragilidade da vida, contar com o apoio e a compreensão do líder pode ser o diferencial para um colaborador engajado.

Liderar apenas não basta. É necessário liderar de forma humanizada.

A liderança humanizada

O termo liderança humanizada tem ganhado espaço. É cada vez mais comum o debate sobre o papel do líder em momentos de crise e sobre a necessidade de se promover a empatia no mundo corporativo.

Segundo o 66ª Dossiê da Casa Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro): Liderança Humanizada, o termo se refere ao modelo de liderança consciente dos impactos das ações do líder no seu liderado e que compreende o colaborador como ser integral, dotado de vulnerabilidades e de demandas fora do trabalho.

Ainda conforme aponta o documento, existe uma série de oportunidades para as empresas em relação a este tipo de liderança. Entre elas, de criar espaços de diálogo saudável, fortalecer a relação dos colaboradores entre si e com seus líderes, gerando confiança mútua.

A partir da liderança humanizada, também é possível promover um maior engajamento e aumento do potencial inovador das equipes, além de melhorar o desempenho dos colaboradores.

Papel do líder humanizado

A autora do livro Líder Humano gera Resultados, Lígia Costa, afirma que quem está à frente de uma equipe tem como papel estar a serviço, fazer o seu melhor para que o time esteja psicologicamente seguro e possa atingir resultados de alta performance. “Liderar com amor é ser aprendiz, curioso e aberto ao diálogo. Consiste em estar focado na ampliação de consciência para obter negócios e lideranças sustentáveis, capazes de gerar resultados impactantes”.

De acordo com uma publicação feita pela HSM Management, com base no E-Dossiê: Gestão de times híbridos, um dos papeis que deve ser assumido pelo líder com a nova realidade imposta no pós-covid 19 e a volta ao trabalho presencial (ainda que no modelo híbrido) é ser um catalisador, estimulando características como colaboração, criatividade, inovação e dedicação.

Mais do que isso, o líder deve exercer o papel de coach no que diz respeito aos seus liderados, os ajudando individualmente a melhorar a performance, a produtividade e o engajamento.

Práticas de um líder humanizado

Uma das principais características de um líder humanizado é a empatia. Esse tipo de liderança sabe ouvir e, além disso, procura entender os motivos que impulsionam as ações do outro a partir da sua perspectiva.

Além disso, de acordo com o documento divulgado pela Casa Firjan, entre as boas práticas de liderança humanizada está a escuta ativa. Ou seja, o líder cria um espaço para o diálogo, onde escuta de forma ativa e acolhe as necessidades e das vulnerabilidades dos colaboradores.

Ele também fomenta um ambiente no qual todos reconhecem e respeitam seus limites e se sentem à vontade para pedir ajuda em relação as suas tarefas. Ainda, é responsável por promover a diversidade, apostando na diversidade e inclusão, fazendo com que as pessoas que fazem parte do seu grupo se sintam, de fato, pertencentes à equipe e, por consequência, à organização.

Nesse sentido, a tecnologia se torna uma aliada, ao contribuir para que as lideranças construam seus times de forma diversa a partir das características de competências técnicas e softskills que tenham mais aderência a necessidade da vaga em questão.

Isso porque, o uso da Inteligência Artificial melhora todo o processo do recrutamento e seleção, otimizando os processos humanos, adicionando automação e inteligência artificial a cada etapa do processo. Com isso, a liderança consegue contratar a pessoa certa para a vaga certa, e assim, evoluir o negócio mais rápido, garantindo que a diversidade deixe de ser apenas um discurso e seja uma prática real.

Quer saber como? Vem conversar com os consultores da Levee que nós te explicamos!

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